A nossa Professora Cleide Jane, está utilizando como meio de avaliação, apresentações de 7 seminários.
PRIMEIRO
SEMINÁRIO APRESENTADO SOBRE OS CAPÍTULOS 3 E 4 DO LIVRO COMPUTADORES EM SALA DE
AULA: MÉTODOS E USOS.
Referência: BARBA, Carme e CAPELLA
Sebastià (Org). Computadores em sala de aula: Métodos e usos.
Computadores em sala de aula:
·
Competências
básicas
É a excelência/capacidade de resolver as tarefas que nos apresentam.
·
As
competências básicas concretizam a mudança que tem de ser feita na forma de
lecionarmos, pois atualmente o conhecimento está distribuído na internet, e
aprender requer saber encontrá-lo, pensar e construir algo novo.
Mudanças sociais e competências
básicas:
·
Por
volta dos anos de 1990, vários países começaram a fazer uma reflexão sobre a
necessidade de adaptar a educação as mudanças sociais.
·
No
decorrer do texto percebemos que a formação técnica está muito presente. E para
que serve a formação técnica? Para formar trabalhadores qualificados.
Quais as competências básicas:
Algumas Competências-chave (UE, 2004)
1. Comunicação na língua materna
2. Comunicação em línguas estrangeiras
3. Competência matemática e competências
4. Competência digital
Algumas Competências-básicas (LOE,
2006)
1. Comunicação linguísticas
2. Competência matemática
3. Conhecimento e interação com o mundo físico
Para utilizar as TICs não precisa necessariamente aprender tudo antes e
utilizar depois, pois até lá algo novo já foi inventado.
Os novos paradigmas de que se precisa são bastante diferentes daqueles
que se tinha quando aprendeu com seus velhos professores. Apresentaremos então alguns tópicos
importantes que se precisa para aprender a usar as TIC nos dias atuais:
·
Aprender enquanto se utiliza!
É preciso começar a usá-las e, para assim, se entender o que é
utilizando, dessa forma aprendemos a utiliza-la cada vez melhor.
·
Aprender
errando e corrigindo!
As ferramentas da Web 2.0 e as TICs em geral “admitem o erro como parte
da aprendizagem”, por isso não é preciso se preocupar em fazer tudo certo já da
primeira vez (ou da segunda, ou da terceira). Se errarmos não tem problema, não
tem punição. Se não der certo na primeira vez, tenta-se de novo.
·
Integrar-se
às redes sociais e aprender colaborativamente!
Há livros, manuais, tutoriais e mesmo cursos para se aprender qualquer
coisa que se quiser, e todos eles estão disponíveis na internet, porém a forma
mais eficiente de aprender algo que ainda não se sabe, consiste simplesmente em
“perguntar para outras pessoas”!
·
Ser
autônomo, não é esperar passivamente por ajuda e nem desistir sem antes tentar!
Há pessoas que desistem de algo sem nem mesmo tentar; ficam eternamente à
espera de alguém que lhes mostre todos os caminhos, que lhes dê todas as
respostas (corretas!).
Para planejar algo o professor precisa ter autonomia e o mínimo de
domínio sobre o assunto que será trabalhado com seus alunos sem medo de tentar
inovar.
·
Aprender
a compartilhar conhecimento, dúvidas e sonhos!
Não basta aprender, não basta ser capaz de fazer; é preciso “fazer de
fato” e compartilhar o conhecimento, as dúvidas que teve e as dicas para que
outros aprendam e façam.
·
Aprender
é estar eternamente insatisfeito!
Todos esses paradigmas citados, juntos significam apenas uma coisa:
Que cabe a nós mesmos compreendê-los, aplicá-los, reformulá-los,
ampliá-los, reconstruí-los e, então, compartilhar com outros a “nossa versão”
deles.
*Orientações metodológicas
A sequência didática é a bússola
que permite determinar quais metodologias, dentre as disponíveis, são validas e
complementares.
*Estratégia metodológicas
“ [...] o elemento chave é a sequência didática porque ela estrutura e
unifica as estratégias metodológicas como linha que traça o caminho que deve
ser seguido na forma de dar as aulas, a fim de fazer com que os alunos
mobilizem o número máximo de competências.
(Governo Autônomo da Catalunha, 2008) Pág. 66
Dessa forma entendemos que todos os subtópicos abordados aqui funcionam
de forma diretamente relacionada, de modo que existe uma dependência de uma com
as demais.