terça-feira, 9 de maio de 2017

AULA 11



                      
Nesta aula de hoje dia 08/05 tivemos a nossa última aula de Tecnologias da Informação com os Seminários 6º e 7º, abordando os respectivos temas:



Seminário 6º: Histórias em Quadrinhos (HQ)


 

As histórias em quadrinhos são ferramentas fundamental para o incentivo da leitura de crianças, jovens e adultos.

·         Ler é uma atividade que nutri e estimula o imaginário, desenvolve o espírito, desperta sensações e a criatividade (Carvalho Oliveira, 2004)

·         É um instrumento valioso no desenvolvimento da leitura.



  Características:     


        

·         Seu tratamento,

·         Estruturação,

·         Organização em vinhetas,

·         Invenção dos diálogos,

·         Caracterização física e moral dos personagens.




Onomatopeias:



Exemplos:



·         TUM!

·         SOC!

·         TOC, TOC!

·         DIN, DÓN!

·         GLUP!

·         BUÁÁ!

·         NHAC!



DICAS PARA CRIAR UMA HQ:



·         Faça o rascunho da sua história,

·         Desenvolva os personagens,

·         Faça o roteiro/enredo,

·         Faça a sua história acontecer,

·         Cenário criativo para chamar a atenção do leitor.





 
Seminário 7º: Ambiente AVA, Rede social como recursos didáticos.



Mas afinal o que é AVA?
É um local ou plataforma onde é exposto conteúdos (áudio, vídeos, slide, dentre outros) de caráter avaliativo ou não, disponibilizado pelos docentes.


OBS:
NESTE AMBIENTE TAMBÉM É POSSÍVEL MANTER O DIÁLOGO COMO 

                                         NOS CHATS, POR EXEMPLO.

Tecnologia aliada na Educação:
  • Conectividade
  • Usabilidade (dentro e fora de sala)
  • Compartilhamento

Desafios:
·         Formação dos Professores (habilidades comas tics),
·         Conhecimentos dos dispositivos e plataformas utilizadas.
Impactos das Redes Sociais:
·         Algo que existe em comum entre as redes sociais é o compartilhamento de informações e interesses.





Foi muito bom para nós podermos compartilhar dos conhecimentos adquiridos ao longo do nosso semestre com todos vocês.
Até a próxima pessoal!!            

                                                                                                                                              

domingo, 30 de abril de 2017

AULA 10



       

Na aula de hoje 24/04/17 tivemos a apresentação do 4º seminário abordando o tema:


- Registro Sonoro nas aulas,


- Rádio na escola.



O áudio ajuda na educação para definir, separar, classificar e organizar auditivamente o espaço sonoro e gerar uma interação comunicativa.


·         O processo de Gravação?


1-      Ao gravar se aprende a escutar,


2-      Por que? O rádio tem a palavra como fio condutor e único canal de comunicação.

·         O que trabalhamos?


1-      A linguagem,


2-      Auxilia a promover a comunicação,


3-      A educar a voz.

·         Quais as ferramentas tecnológicas usadas?


1-      Microfone conectado ao computar,


2-      Editores de áudio para tirar os ruídos do som.

·         Qual atividade poderia ser proposta mediante ao assunto abordado?

- Sugerir aos alunos a criação de um rádio.

Lembrando que para elaborar um rádio se faz necessário a abordagem de um assunto específico, organizando o seu tempo e estruturando o seu objetivo para não confundir quem está escutando a sua programação!

·         Como fazer rádio na escola?

1-      Motivar os alunos,


2-      Fazer com que eles tenham claro o objetivo da tarefa a ser realizada bem definido,


3-      Criar um roteiro.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

AULA 9



                            A aula  do dia 17/04/17 foi iniciada com mais uma apresentação realizada pelo grupo 4º do seminário, no laboratório de informática com o tema: A alma da webquest.


    O que é WebQuest ?
   
          WebQuest é um modelo extremamente simples e rico para dimensionar usos educacionais da Web, com fundamento em aprendizagem cooperativa e processos investigativos na construção do saber.

          Foi proposto por Bernie Dodge em 1995 e hoje já conta com mais de dez mil páginas na Web, com propostas de educadores de diversas partes do mundo (EUA, Canadá, Islândia, Austrália, Portugal, Brasil, Holanda, entre outros).

         WebQuest pretende ser, e tem mostrado sê-lo efetivamente, uma metodologia de engajar alunos e professores num uso da internet voltado para o processo educacional, estimulando a pesquisa.

Segue a estrutura de uma WebQuest:

  1. Introdução
  2. Tarefa
  3. Processo
  4. Fontes de informação
  5. Avaliação
  6. Conclusão
  7. Créditos

Introdução

A Introdução é um texto curto, que apresenta o tema e antecipa para os alunos que atividades eles terão de realizar.

Tarefa

A Tarefa descreve que “produto” se espera dos alunos ao final da webquest e que ferramentas devem ser utilizadas para elaborá-lo (um determinado software, por exemplo).

Exemplos de Tarefas:

  • elaborar um resumo;
  • inventar uma mensagem persuasiva;

Processo

O Processo deve apresentar os passos que os alunos terão de percorrer para desenvolver a Tarefa. Quanto mais detalhado for o processo, melhor.
Exemplo:
  1. Primeiro, formem grupos de três alunos.
  2. Em seguida, decidam o papel que cada um vai representar.

Fontes de informação

As fontes de informação (também chamadas de recursos) são os sites e páginas Web que o professor escolhe e que devem ser consultados pelos alunos para realizar a Tarefa.

Avaliação

referência à maneira como os alunos irão ser avaliados ou disponibilização de um questionário ou grelha de avaliação a ser preenchida. 

Conclusão

A Conclusão deve resumir, em poucas frases, os assuntos explorados na webquest e os objetivos supostamente atingidos.

Créditos

A seção de Créditos deve apresentar as fontes de todos os materiais utilizados na webquest: imagens, músicas, textos, livros, sites, páginas Web.
Se as fontes são sites ou páginas Web, colocam-se os links. Quando os materiais são físicos, colocam-se as referências bibliográficas.
Créditos é também o espaço dos agradecimentos a pessoas ou instituições que de algum modo tenham colaborado na elaboração da webquest.





quarta-feira, 19 de abril de 2017

AULA 8


                             
                       A aula  do dia 10/04/17 foi iniciada com mais uma apresentação realizada pelo grupo 3º do seminário, no laboratório de informática com o tema: " to blog or not to blog”, eis a questão.



Na Introdução falaram que mesmo os blogs sendo um paradigma da Web 2.0, não são inovadores.

·         A possibilidade de interação é flexível por meios dos blogs,

·         É uma ferramenta para ajudar no ambiente escolar,

·         A Web 2.0 é usada na educação (um exemplo: no curso de Jornalismo), possuindo uma disponibilidade no recurso de comunicação no ambiente seja ela no ambiente escolar, de trabalho, entre outros.

A maneira de colocar em prática essa ferramenta vem em forma complexa, pois é preciso ter um modo estratégico para conseguir manusear de forma produtiva. De modo que o acesso é proposto a  grande maioria da população, onde não se faz necessário como requisito principal o manuseio preestabelecido da ferramenta, porém é necessário que o indivíduo esteja disposto a aprender com os seus erros e acertos.

Na internet são encontrados requisitos positivos e negativos que influenciam em nossas vidas.

Na área da educação influenciando positivamente podemos contar com o auxílio de videoaulas, documentários, aulas online, entre outros.

Já no lado negativo podemos presenciar alguns aspectos negativos como vídeos com conteúdo agressivos (que estimula a marginalização, por exemplo), o desafio da Baleia Azul, que inclusive foi citada por um dos integrantes do grupo.

Falou-se também sobre os desafios enfrentados pela educação com relação ao uso das tecnologias, pois a mesma está em constante processo de inovação e os educadores precisam estar atentos a essas inovações. Lembrando que o educador não deve se deter ao uso das tecnologias, pois a mesma pode nos deixar na mão. Dessa forma devemos ter sempre um plano B.


quarta-feira, 12 de abril de 2017

AULA 7

                       
            
                    Nesta aula dia 03/04 o tema do 2º Seminário abordou o capítulo 5 do livro Computadores em sala de aula: Métodos e usos, com a temática: Teoria de Inteligências Múltiplas.
Segue resumo do seminário.


Antes de iniciarem a explicação sobre os tipos de inteligências, o grupo falou um pouco sobre o criador da Teoria de Inteligências Múltiplas, Howard Gardner.




Gardner é psicólogo cognitivo e educacional estadunidense, ligado a Universidade de Haverd, professor adjunto de neurologia na Universidade de Boston e é conhecido mundialmente pela sua Teoria de Inteligências Múltiplas.

Definiu o que é inteligência e inteligência múltipla segundo, Gardner, respectivamente.


  • “ As inteligências são linguagens que todas as pessoas falam e se encontram influenciadas em parte pela cultura a qual cada indivíduo pertence”.

  • Gardner amplia essa visão em (2001)” Um potencial biopsicológico para processar informações que se pode ativar em um contexto cultural para resolver problemas ou criar produtos que têm certo valor para cultura
  • É a junção de várias áreas de conhecimento como, a antropologia,  história, psicologia, genética,  neurologia que produz a inteligência múltipla.

Depois da explicação adentram aos 8 tipos de inteligências.
  1. Inteligência Linguística:
    "Relaciona-se á capacidade e á habilidade de utilizar e estruturar os significados e as funções das palavras e da linguagem, de uma maneira eficaz, seja oralmente ou por escrito.” (P.86)
  2. Inteligência Lógico-matemática:
    Trata-se da capacidade de utilizar
    os números de maneira eficaz
     e de racionar bem.
  3. Inteligência Musical:
    É a capacidade de reconhecer, apreciar
    e produzir ritmos, tons, timbres e acordes de
    Vozes e/ou instrumentos

  4. Inteligência  Visuo-espacial:
    É  a capacidade de visualizar antes de realiza-las;
    •É a capacidade de transformar ou modificar a imagem;
    •É a capacidade de perceber uma forma ou objeto no espaço.
  5. Inteligência Naturalista:
    *É a capacidade de compreender o mundo natural e trabalhar nele de forma eficaz;
    *Vemos essa inteligência em biólogos, jardineiros, ecologistas, físicos, químicos e arqueólogos.
  6. Inteligência Intrapessoal:
      É a capacidade de se relacionar com as outras pessoas e compreender seus sentimentos, suas formas de pensar, sentir e atuar, detectando suas motivações, preferências e intenções.
  7. 7. Inteligência Interpessoal:
    É um tipo raro de inteligência , também relacionado à liderança;
    Esta inteligência se refere à capacidade de tocar os próprios sentimentos, discernir as emoções intimas e pensar sobre os processos do pensamento;
    As crianças que se destacam por este tipo de inteligência são independentes, gostam de fixar metas, sonhar, refletir e planejar.
    8. Inteligência Cinestésica-corporal: A capacidade motora é essencial para operar ferramentas e expressar emoções.  A capacidade intuitiva está ligada a esta inteligência. Vemos a inteligência corporal e sinestésica em dançarinos, atores, atletas e até mesmo cirurgiões e artistas plásticos.

    Esperamos ter ajudado.
    Até a próxima semana!





sexta-feira, 7 de abril de 2017

AULA 6



                    A nossa Professora Cleide Jane, está utilizando como meio de avaliação, apresentações de 7 seminários.
                   
PRIMEIRO SEMINÁRIO APRESENTADO SOBRE OS CAPÍTULOS 3 E 4 DO LIVRO COMPUTADORES EM SALA DE AULA: MÉTODOS E USOS.

Referência: BARBA, Carme e CAPELLA Sebastià (Org). Computadores em sala de aula: Métodos e usos.



Computadores em sala de aula:

·         Competências básicas

É a excelência/capacidade de resolver as tarefas que nos apresentam.



·         As competências básicas concretizam a mudança que tem de ser feita na forma de lecionarmos, pois atualmente o conhecimento está distribuído na internet, e aprender requer saber encontrá-lo, pensar e construir algo novo.



Mudanças sociais e competências básicas:



·         Por volta dos anos de 1990, vários países começaram a fazer uma reflexão sobre a necessidade de adaptar a educação as mudanças sociais.

·         No decorrer do texto percebemos que a formação técnica está muito presente. E para que serve a formação técnica? Para formar trabalhadores qualificados.



Quais as competências básicas:



Algumas Competências-chave (UE, 2004)



1. Comunicação na língua materna 

2. Comunicação em línguas estrangeiras 

3. Competência matemática e competências 

4. Competência digital



Algumas Competências-básicas  (LOE, 2006)



1. Comunicação linguísticas

2. Competência matemática 

3. Conhecimento e interação com o mundo físico



Para utilizar as TICs não precisa necessariamente aprender tudo antes e utilizar depois, pois até lá algo novo já foi inventado.



Os novos paradigmas de que se precisa são bastante diferentes daqueles que se tinha quando aprendeu com seus velhos professores.  Apresentaremos então alguns tópicos importantes que se precisa para aprender a usar as TIC nos dias atuais:





·         Aprender enquanto se utiliza!



É preciso começar a usá-las e, para assim, se entender o que é utilizando, dessa forma aprendemos a utiliza-la cada vez melhor.



·         Aprender errando e corrigindo!



As ferramentas da Web 2.0 e as TICs em geral “admitem o erro como parte da aprendizagem”, por isso não é preciso se preocupar em fazer tudo certo já da primeira vez (ou da segunda, ou da terceira). Se errarmos não tem problema, não tem punição. Se não der certo na primeira vez, tenta-se de novo.



·         Integrar-se às redes sociais e aprender colaborativamente!



Há livros, manuais, tutoriais e mesmo cursos para se aprender qualquer coisa que se quiser, e todos eles estão disponíveis na internet, porém a forma mais eficiente de aprender algo que ainda não se sabe, consiste simplesmente em “perguntar para outras pessoas”!



·         Ser autônomo, não é esperar passivamente por ajuda e nem desistir sem antes tentar!



Há pessoas que desistem de algo sem nem mesmo tentar; ficam eternamente à espera de alguém que lhes mostre todos os caminhos, que lhes dê todas as respostas (corretas!).



Para planejar algo o professor precisa ter autonomia e o mínimo de domínio sobre o assunto que será trabalhado com seus alunos sem medo de tentar inovar.



·         Aprender a compartilhar conhecimento, dúvidas e sonhos!



Não basta aprender, não basta ser capaz de fazer; é preciso “fazer de fato” e compartilhar o conhecimento, as dúvidas que teve e as dicas para que outros aprendam e façam.



·         Aprender é estar eternamente insatisfeito!



Todos esses paradigmas citados, juntos significam apenas uma coisa:



Que cabe a nós mesmos compreendê-los, aplicá-los, reformulá-los, ampliá-los, reconstruí-los e, então, compartilhar com outros a “nossa versão” deles.



*Orientações metodológicas

 A sequência didática é a bússola que permite determinar quais metodologias, dentre as disponíveis, são validas e complementares.  



*Estratégia metodológicas

“ [...] o elemento chave é a sequência didática porque ela estrutura e unifica as estratégias metodológicas como linha que traça o caminho que deve ser seguido na forma de dar as aulas, a fim de fazer com que os alunos mobilizem o número máximo de competências.  (Governo Autônomo da Catalunha, 2008) Pág. 66



Dessa forma entendemos que todos os subtópicos abordados aqui funcionam de forma diretamente relacionada, de modo que existe uma dependência de uma com as demais.